sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Avanços na compreensão genética do câncer
Tauana Boemer e Marcela Baggini, da Assessoria de Imprensa do Campus de Ribeirão Preto,imprensa.rp@usp.br
Últimos resultados publicados por pesquisadores do The Cancer Genome Atlas(TCGA), dos EUA, considerado o “Atlas do Genoma do Câncer”, desvendam segredos genéticos que devem ajudar no desenvolvimento de novos alvos terapêuticos e marcadores diagnósticos, além de permitir a personalização do tratamento de um tipo de câncer letal, o glioblastoma multiforme (GBM).
Um dos integrantes desse grupo de pesquisadores é o professor Houtan Noushmehr, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Ele iniciou seus trabalhos no TGCA durante sua formação na Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles (EUA). Nessa época, foi o responsável direto por importantes achados dessa pesquisa.
Pequena porção de espécies domina ecossistema na Amazônia
Cientistas de diversas partes do mundo acabam de publicar um estudo sobre a Amazônia onde identificaram que apenas 227 espécies de árvores exercem um tipo de domínio em relação às outras. A floresta amazônica é contém cerca de 16 mil espécies de árvores em cerca de 6 milhões de quilômetros quadrados (Km2) . Esta pequena proporção das espécies, que representam pouco mais de 1%, respondem por 50% do total das árvores da floresta. Ou seja, tem larga representatividade nos ciclos de carbono, água e nutrientes da Amazônia. O grupo de pesquisadores é formado por especialistas de 120 instituições do mundo e inclui 25 pesquisadores brasileiros.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Macroalgas brasileiras apresentam potencial biotecnológico
O potencial biotecnológico de 25 espécies de macroalgas coletadas na costa brasileira é mostrado em pesquisa do Instituto de Química (IQ) da USP. No estudo da bioquímica Aline Paternostro Martins foram identificadas as espécies com maior potencial para a produção de biodiesel (inclusive desenvolvendo formas de cultivo), suplementos alimentares e com atividade biológica. A pesquisa foi orientada pelo professor Pio Colepicolo Neto, do IQ.
Estudo mostra potencial de biocatalisador nacional
Tauana Boemer e Marcela Baggini, da Assessoria de Imprensa do Campus de Ribeirão Preto
imprensa.rp@usp.br
imprensa.rp@usp.br
Atualmente, investir em uma economia ecológica e socialmente sustentável, que promova o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente, tem sido prioridade. Reduzir o uso de catalisadores químicos, que causam grandes danos à natureza, é, portanto, um dos atuais objetivos da indústria, em seus diferentes seguimentos. Várias técnicas possibilitam esta redução, entre elas a utilização de enzimas, substituindo catalisadores químicos.
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